O Rio de Janeiro é regido pelo Sol. Não reconheço essa cidade em dias de chuva, parece que todo mundo fica meio sentido e desanimado. Quando a estrela que está no centro da nossa galáxia começa a dar espaço para a Lua não tem como não parar pra assistir, é um espetáculo à parte.
A geografia daqui fornece alguns pontos estratégicos nos quais o por do sol fica ainda mais bonito. Um deles, e provavelmente o mais clássico, é o Arpoador, aquela pontinha da praia de Ipanema que se aproxima de Copacabana. Enquanto o Sol vai embora podemos curtir as ondas batendo nas rochas e os surfistas aproveitando as últimas sessões do dia. Das pedras podemos ver os morros Dois Irmãos e a Pedra da Gávea ao fundo. Melhor ainda é apreciar a paisagem com pessoas tão especiais quanto os corpos celestes.




Para quem passou o dia na praia, o por do sol dá um clima de "ah... já?", mas acaba se consolando com o novo colorido do céu. Esse foi o meu caso nesse domingo na praia do Pepê na Barra da Tijuca.





Lindo, né? É uma pena que as pessoas não saibam cuidar desses lugares: as pedras do Arpoador estão pichadas e as areias da Barra abraçam toda a sujeira de um domingão de praia lotada onde quase ninguém sabe a utilidade de uma lixeira.
Última consideração: o céu de Brasília ainda é o mais encantador e único visto nesses 21 anos de muitas viagens pelo entardecer do Brasil.
Beijos em todos.







